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Mostrando postagens de 2009

Links Patrocinados: do be-à- bá à experiência profissional

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Ao concluir o Google Adwords Advanced, percebi que muita coisa podia ser melhorada em links patrocinados. E uma infinidade de possibilidades de anúncios, que vem com uma infinidade de dúvidas também.

Aqui, vou fazer um paralelo, só para as pessoas entenderem que, assim como toda empresa, o Google também tem seus interesses de captação e expansão de negócios. Mesmo com todo o processo de certificação, percebi algo ainda maior: o que funciona no dia a dia e o que são recomendações.

Como em tudo que você faz na vida é importante ver "os dois lados da moeda" e avaliar caso a caso, trabalhar links patrocinados não é diferente. Tudo depende das necessidades do cliente e do que foi elaborado como planejamento da campanha. E acho que é exatamente isso que o Google quis dizer e é exatamente isso que eles fazem como empresa. Acredito que não há mal nenhum nisso.

Por esse motivo, abro minhas experiências para tentar evoluir a percepção das pessoas em relação à links patrocinados, saindo…

AI: um novo profissional do Scrum.

Discutir metodologia de projetos não é só para Gerentes de Projetos. O Profissional de Arquitetura da Informação vem ganhando cada vez mais espaço dentro das empresas, portais e agências. No entanto, ainda há necessidade de alfabetizar a equipe de trabalho sobre o papel do Arquiteto da Informação dentro do processo.

É certo que, metodologias devem ser aplicadas de acordo com as necessidades de cada empresa X projeto, porém percebi, nos discursos do EBAI 2009, uma tendência à implementação de metodologias ágeis dentro de uma rotina de Arquitetura da Informação em quase todos os trabalhos que falavam sobre metodologias.

Vou usar a como referência a palestra da Globo.com, feita por Leandro Gejfinbein - atual Gerente de Arquitetura da Informação do portal. A meu ver, ele definiu muito bem os caminhos e responsabilidades de um AI. Tudo muito próximo do que já vem sendo adotado pelo Scrum, onde a principal semelhança trata-se da eliminação dos entregáveis (documentos protótipados) e apresenta…

Um desafio de UX: do início ao futuro das redes sociais.

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Quem se lembra daqueles Cadernos de Perguntas que rodavam as 5as, 6as e 7as séries? Para quem não sabe o que é, a trata-se de um caderno brochura (mais barato) usado para fazer uma série de perguntas às pessas do colégio. Quem recebia o caderno podia deixar um recado, divulgar seu perfil, conhecer outras pessoas, dar opiniões e fazer amizades. Assim como são as redes sociais que usamos hoje.

Tudo estava tão claro e evidente que a única pergunta que eu não consigo responder agora é: POR QUE NÃO PENSEI NISSO ANTES? Acho que a pessoa que inventou o Orkut certamente tinha um Caderno de Perguntas. Não só quem inventou o Orkut, mas, será que a web como conhecemos hoje pode ter sido inspirada no Caderno de Perguntas?

Tá, agora vem o assunto sério, acompanhem comigo:

- O caderno tinha uma capa toda trabalhada com colagens de revistas e encapado com papel contact transparente, que hoje pode ser relacionado ao background adaptável exemplos do Gmail, site da MTV gringa , etc.

- As pessoas tinham q…

Redação Publicitária para web numa Internet e para todos.

Escrever para web não é só montar um blog, um site, um banner e direcionar o conteúdo para o público-alvo. Pensar em interações, em comunicação sem fronteiras e call to actions é definitivo para o sucesso do seu clique.
É preciso entender como funciona a rede, quem são as pessoas que estão por trás dos computadores e o momento que elas buscam a informação. Isso vai além da segmentação classe B, de 25 a 40, por exemplo. Uma internet para todos, inclui também aqueles que mais precisam dela.

• Pensando em acessibilidade.
O conteúdo publicitário na web tem papel social e inclusivo para pessoas com deficiência que usam a Internet como meio principal de informação. Segundo o IBGE, são 24,6 milhões de pessoas com algum tipo de incapacidade ou deficiência (agora mais, já que a pesquisa que encontrei é de 2005). Parte destas pessoas, são deficientes visuais ou com dificuldade motora para usar o mouse e, por isso, ambos navegam por links usando leitores de tela. Dessa forma, o “clique aqui” apar…

Não é porque usa a internet que gosta de high-tech

Muita gente ainda acha que o perfil de quem fica horas na internet e gosta de tecnologia é aquela pessoa que adora um design high tech, cheio de raios e fios simulando luzes em fibra ótica. Até existe quem goste, mas temos que ter cuidado ao generalizar. Vale fazer uma pesquisa de personas para saber quais revistas, sites e comunidades que esse grupo de pessoas prefere quando chegar um briefing na sua mão dizendo: comunicar com pessoas apaixonadas por tecnologia, que usam a internet para conversar, baixar músicas e trabralhar, tudo ao mesmo tempo.

Afinal, existe uma diferença enorme entre aquele usa PC e Corel Drawn comparando com quem prefere Mac e InDesign. Ou entre aquele que cresceu ouvindo Nirvana e Pearl Jam e aquele que na mesma época curtia Angra e Metálica. A diferença de estilos sempre existe, por mais que todos dizem "eu gosto de rock".

Com o layout é a mesma coisa. E para sair da mesmice quando o assunto for tecnologia, vale a pena testar referências mais humanas…

Marketing direto: o primo mais próximo do digital

Antes de ser um parente bem próximo do Digital, o marketing direto sempre foi visto como o primo pobre das agências de Advertising. O que mudou nesse relacionamento?

O marketing direto sempre teve suas raízes ligadas à aproximação da marca/produto junto ao seu público-alvo. Usando cross- selling, banco de dados atualizado e uma boa estratégia de segmentação, as agências de Direct foram ganhando mercado e a confiança dos clientes que poderiam mensurar resultados, sem investir tão pesado em comparação às agências de Advertising.

Isso não parece discurso de agência de internet?

É isso mesmo. A internet começou como mais um tipo de mídia, uma forma complementar da estratégia de comunicação como um panfleto ou outdoor. Atualmente, se inspira na experiência do usuário para criar um ambiente próximo da realidade de cada grupo. Malas diretas, desde sempre, são criadas pensando no público-alvo, ou usuário, para as agências de internet.

Já que as duas amigas estão falando a mesma língua, é possível…

SEO pode começar na Criação?

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Conceito criativo pode ser a chave para definir suas “keywords”.

Já foi tema do EBAI 2008 – Encontro Brasileiro de Arquitetura da Informação: “onde os Arquitetos devem se enquadrar: em Planejamento ou na Criação?”. A reposta se transformou em pesquisa de opinião de agencias de internet. E, pelo que me lembro, a maioria escolheu “na Criação”. Será porque é cool ser da Criação? É a vez da convergência da web ultrapassar a barreira das divisórias e biombos.

E a criatividade, onde entra nisso? A resposta é: em todas as etapas. Todos devem ter capacidade criativa. Até na hora de repensar as metodologias de trabalho e gerenciamento.

Nesse cenário, a equipe de SEO pode trabalhar ao lado da Criação, para que, junto aos Redatores, os dois profissionais possam definir títulos e descrições atrativas e adequadas aos padrões de busca. Ainda é possível aproveitar a inspiração do conceito criativo para definir as “keywords” de conteúdo ou de mesma ordem semântica. Dessa forma, fica até mais fácil ger…

Qualquer semelhança entre Personas e Personagens não é mera coincidência

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Cada vez mais, as pessoas estão se profissionalizando em um pouco de tudo para se especializarem em uma só área, mas com visão geral, crítica e comparativa do negócio. Ao somar pontos essenciais que aprendi como roteirista e arquiteta da informação, fiz a seguinte associação de profissões:

1. O principal do trabalho de um roteirista é achar um personagem principal para começar a decupar todo o enredo. E o principal para um arquiteto começar seu protótipo, é definir bem suas personas.
2. O personagem de roteiro tem um comportamento específico e um modelo mental que vai guiar sua decisão no momento de escrever um determinado Plot Point ou cena. E como arquiteto, cada grupo de personas se comporta de maneira diferente em determinada situação, direcionando as funcionalidades aplicadas na interface.
3. Se o roteirista não entender bem o modelo mental dos seus personagens, a história perde atração. Se o arquiteto perder o foco das suas personas, o site perde a consistência e usabilidade.
4. …

PSST: cinema em grupo.

Muita gente já deve ter ouvido falar do PSST. Mas o que me chamou atenção é a idéia de ser um festival de cinema colaborativo, onde pessoas de diferentes especialidades criam curtas. Este ano, serão produzidos 17 filmes feitos por 51 grupos formados por designers, diretores, animadores e compositores. Seis desses filmes já estão disponíveis no site do PSST.

Práticas e consequências para um SEO

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O Wikipédia tem uma definição muito esclarecedora sobre SEO. Copiei aqui a parte mais interessante: "Muitas empresas tentam otimizar seus sites para um grande número de palavras-chave altamente específicas que indicam a disponibilidade para venda. Otimizações deste tipo, tendo em vista um amplo espectro de termos de busca, pode impedir a venda de produtos por gerar um grande volume de requisições com baixa-qualidade, com um custo financeiro alto, resultando em pequeno volume de vendas. Focalizar a qualidade do tráfego gera melhor qualidade nas vendas, permitindo que sua equipe de vendas feche negócios mais rentáveis. A otimização para sistemas de busca pode ser muito eficiente quando usada como parte de uma estratégia de Marketing". Parabéns à quem contribuiu para este conteúdo. Outro detalhe que gostaria de comentar é que, muitas vezes, quando é desenvolvido um novo posicionamento para um site ou mesmo quando de um site está mal direcionado nas buscas, a solução não é vend…

Estratégia X Experiência

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Cada vez mais vejo sites maravilhosos, com uma animação espetacular, mas que, infelizmente, não garantem dinheiro no bolso do cliente ou o ROI esperado. Mais do que ter uma equipe de criação perfeita, é preciso fazer pesquisas, falar com pessoas e pensar não só em agradar o cliente e os criativos, mas também é bom em entender o que realmente as pessoas querem ver neste site: design funcional ou design pelo design? Lembre-se que os brasileiros são um dos povos que mais consomem redes sociais e que mais tempo ficam na internet. Alguma vantagem isso tem que ter. Enquanto você ainda não convence o cliente de pagar uma boa pesquisa, tente convencê-lo a dar mais prazo para você mesmo pesquisar: Orkut, Facebook, Twitter e seus amigos também servem pra isso. Assim, não só as agências concorrentes vão ficar com a maior inveja em relação ao seu projeto, mas o sucesso vai ser ainda maior com quem realmente interessa. Além do escopo acima, aqui você pode ler mais 6 dicas sobre como conciliar uma…

copy+paste+motion+game

Em advertising, nunca usaram tanto colagens ao estilo scrapbook como atualmente. É a verdadeira moda dos diretores de artes descolados. Isso porque representa uma arte interativa e humana com um toque de proximidade e realidade. Nada mais compatível com a situação interativa atual. Acho justo e tá valendo. Mas agora, o que me pareceu novo, foi esse vídeo animado que um estudante de multimídia do Collège Ahuntsic fez: um cenário "real", com colagens onde o Mega Man interage com clips, pen-drive, sofás. Perfeito para começar uma nova moda: a do scrapbook game.