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Mostrando postagens de Maio, 2009

Não é porque usa a internet que gosta de high-tech

Muita gente ainda acha que o perfil de quem fica horas na internet e gosta de tecnologia é aquela pessoa que adora um design high tech, cheio de raios e fios simulando luzes em fibra ótica. Até existe quem goste, mas temos que ter cuidado ao generalizar. Vale fazer uma pesquisa de personas para saber quais revistas, sites e comunidades que esse grupo de pessoas prefere quando chegar um briefing na sua mão dizendo: comunicar com pessoas apaixonadas por tecnologia, que usam a internet para conversar, baixar músicas e trabralhar, tudo ao mesmo tempo.

Afinal, existe uma diferença enorme entre aquele usa PC e Corel Drawn comparando com quem prefere Mac e InDesign. Ou entre aquele que cresceu ouvindo Nirvana e Pearl Jam e aquele que na mesma época curtia Angra e Metálica. A diferença de estilos sempre existe, por mais que todos dizem "eu gosto de rock".

Com o layout é a mesma coisa. E para sair da mesmice quando o assunto for tecnologia, vale a pena testar referências mais humanas…

Marketing direto: o primo mais próximo do digital

Antes de ser um parente bem próximo do Digital, o marketing direto sempre foi visto como o primo pobre das agências de Advertising. O que mudou nesse relacionamento?

O marketing direto sempre teve suas raízes ligadas à aproximação da marca/produto junto ao seu público-alvo. Usando cross- selling, banco de dados atualizado e uma boa estratégia de segmentação, as agências de Direct foram ganhando mercado e a confiança dos clientes que poderiam mensurar resultados, sem investir tão pesado em comparação às agências de Advertising.

Isso não parece discurso de agência de internet?

É isso mesmo. A internet começou como mais um tipo de mídia, uma forma complementar da estratégia de comunicação como um panfleto ou outdoor. Atualmente, se inspira na experiência do usuário para criar um ambiente próximo da realidade de cada grupo. Malas diretas, desde sempre, são criadas pensando no público-alvo, ou usuário, para as agências de internet.

Já que as duas amigas estão falando a mesma língua, é possível…

SEO pode começar na Criação?

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Conceito criativo pode ser a chave para definir suas “keywords”.

Já foi tema do EBAI 2008 – Encontro Brasileiro de Arquitetura da Informação: “onde os Arquitetos devem se enquadrar: em Planejamento ou na Criação?”. A reposta se transformou em pesquisa de opinião de agencias de internet. E, pelo que me lembro, a maioria escolheu “na Criação”. Será porque é cool ser da Criação? É a vez da convergência da web ultrapassar a barreira das divisórias e biombos.

E a criatividade, onde entra nisso? A resposta é: em todas as etapas. Todos devem ter capacidade criativa. Até na hora de repensar as metodologias de trabalho e gerenciamento.

Nesse cenário, a equipe de SEO pode trabalhar ao lado da Criação, para que, junto aos Redatores, os dois profissionais possam definir títulos e descrições atrativas e adequadas aos padrões de busca. Ainda é possível aproveitar a inspiração do conceito criativo para definir as “keywords” de conteúdo ou de mesma ordem semântica. Dessa forma, fica até mais fácil ger…