Projetos pessoais: qual modelo de negócio ideal para uma "sociedade"?


No EBAI tive a oportunidade de falar sobre o Paixão Coletiva que desenvolvi com mais alguns profissionais do mercado de AI.

O motivacional de todo o projeto, além de buscar por investidores, era também incentivar a comunidade de Arquitetura da Informação a montar uma equipe e desenvolver projetos pessoais, já que muitas vezes, a solução estratégica e de interface é trazida por esses profissionais.

No caso do Paixão Coletiva, o grupo de envolvidos é formado por diversos perfis de Arquitetos da Informação, cada um com um histórico e habilidades de desenvolvimento distintas. Mas como todos estavam centrados em uma mesmo tipo de profissão, era necessário deixar claro e estruturado a resposabilidade de cada profissional para a aplicação e o desenvolvimento do projeto como um to.

Busquei uma consultoria jurídica para ajudar a definir posicionamento da "empresa" que estávamos formando, dos objetivos delegados às pessoas envolvidas e dos modelos ideais para integrar o grupo de criadores, de uma forma incentivadora e que tivesse uma remuneração referente ao investimento dos criadores do projeto, sem demandar grandes custos, já que estávamos com o planejamento e escopo do projeto desenhado, mas ainda não tínhamos o desenvolvimento.

No início, o primeiro modelo e único que tive acesso foi a criação de uma empresa, ou seja, onde a partir de uma sociedade, seríamos considerados "Pessoa Jurídica", responsáveis por uma micro-empresa. Porém, esse modelo demandava um custo mais alto devido a obrigação de pagamentos de impostos e ainda corríamos riscos de comprometer nossos bens, no caso de uma dissolução de sociedade.

Foi aí que fui instruída a montar um modelo de Parceria Comercial, que se aplica de diversas formas, conforme objetivos de cada parceria. É preciso estudar caso a caso, mas, para nós do Paixão Coletiva, esse modelo conseguia delegar responsabilidades aos criadores, preservar os direitos autorais sobre o produto final e definir percentual de lucro e responsabilidades fiscais conforme o investimento e envolvimento de cada parceiro.

Para quem tem esse perfil empreendedor e está interessado em começar um projeto, assegurando a confidencialidade e a participação dos envolvidos, de forma que, caso não dê certo a "sociedade", o envolvimento financeiro possa ser mais facilmente absorvido com menos burocracia, a indicação realmente é uma Parceria Comercial.

Para mais informações, indico a vocês a minha consultora polianaalves23@hotmail.com
Esse contato é o mesmo do MSN.

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