Para onde caminha a experiência do usuário?

Em todas as áreas de negócio, a relação das empresas com a transformação cultural na vida das pessoas está cada vez mais evidente.

Todas buscam um conceito que faça sentido, que emocione, que transforme e que traga a relação de colaboração, de coletividade.

De qualquer forma, sendo uma marca ou não, é motivador fazer parte desse movimento e poder contribuir de alguma forma com um trabalho que coloque as pessoas no centro das relações entre marcas, serviços/produtos e vendas.

E como toda coisa boa na vida, a gente precisa usar com moderação.

Como assim?

A experiência do usuário deve ser usada como moderação? Não é o centro de tudo? Não.
O centro de tudo é o mundo dos negócios, e o mundo dos negócios e da política já percebeu que, para ganhar dinheiro, eles precisam estar no mundo das pessoas.

As empresas dançam conforme a música. A diferença é que, a música que era tocada só para poucos ouvidos, ou cochichada nos salões, agora toca nas ruas, toca para todos, uma mesma música para um milhão. E ainda ganha opinião, mash-ups, fãs e seguidores.

O poder da coletividade, da capacidade de crescer e, não mais fazendo parte de uma opinião, mas sua capacidade de envolver pessoas com opiniões próximas é o que move o mundo hoje e as Bolsas de Valores também.

A parte boa, é que oportunidades não faltarão para quem se especializar em disciplinas que ajudam as empresas a fazer parte desse mundo coletivo.

A parte especial, é que nesse mundo onde você é capaz de influenciar e criar um movimento a partir da sua opinião, a responsabilidade é o centro de tudo.

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